Perguntas Frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns.

Reunimos aqui o que produtores rurais, parceiros institucionais e a imprensa mais perguntam sobre a GWG, o Mogno Bahia® e nossas operações.

Sobre a GWG

A Genome Wood Group (GWG) é uma empresa brasileira de biotecnologia florestal dedicada ao desenvolvimento de espécies de madeiras nobres tropicais. Combina genética, propagação clonal e manejo silvicultural para viabilizar florestas plantadas de alto valor.

É a aplicação de ciência genética e protocolos de propagação ao melhoramento de espécies arbóreas. A GWG não é apenas um viveiro ou revenda de mudas: desenvolve cultivares híbridos como o Mogno Bahia®, com performance silvicultural mensurada em campo e proteção legal por marca registrada e os disponibiliza a silvicultores interessados em produzir madeira nobre.

A base operacional está localizada no oeste da Bahia, com áreas de pesquisa e produção em Serra Dourada, Santana e Sítio do Mato. O atendimento a produtores cobre todo o território nacional, com logística de mudas operada em parceria com a Selva Florestal, sediada em Porangatu — Norte de Goiás, ponto estratégico para distribuição às cinco regiões do país.

Os sócios-fundadores são Alan dos Anjos, responsável pela genética florestal e pelo desenvolvimento do Mogno Bahia®, e Abel Ribeiro, engenheiro químico. O quadro societário é completado por sócios-investidores que aportam capital e governança.

O nome em inglês reflete a vocação internacional da GWG. A empresa foi pensada desde a concepção para o mercado global de madeira nobre — historicamente dominado por espécies tropicais com cadeias de exportação bem estabelecidas. “Genome” remete ao núcleo do trabalho técnico: a seleção genética aplicada a espécies madeireiras. “Wood Group” posiciona a empresa no diálogo com compradores e parceiros internacionais.

Mogno Bahia®

O Mogno Bahia® é um cultivar híbrido interespecífico da família Meliaceae, resultante do cruzamento entre Melia dubia e Melia azedarach, desenvolvido pela GWG ao longo de mais de 30 anos e quatro gerações de melhoramento genético aplicado. É a base da madeira nobre cultivada — rastreável e protegida por marca registrada no INPI.

Não. Os três compartilham a mesma família botânica — Meliaceae sendo espécies “primas” — mas que pertencem a gêneros distintos. O mogno-brasileiro (Swietenia macrophylla) é uma das espécies que historicamente define o termo “mogno” no sentido botânico, hoje protegida pelo CITES e com exploração comercial restrita. O mogno-africano (Khaya spp.) é uma espécie exótica trazida pronta da África e plantada no Brasil como alternativa aos mognos tradicionais. O Mogno Bahia® (Melia dubia x) tem origem fundamentalmente diferente: foi desenvolvido no Brasil, ao longo de mais de três décadas de seleção e melhoramento genético na região central da Bahia, a partir de sementes profundamente reestruturadas por cruzamentos intra e interespecíficos. Não é uma espécie importada — é um cultivar híbrido brasileiro, registrado como marca no INPI, cuja Plenitude de Qualidade é alcançada na faixa dos 10 anos, marca que nenhum mogno tradicional ou alternativo atinge no mesmo prazo.

Sim. Mogno Bahia® é uma marca registrada no INPI desde junho de 2025. O símbolo ® indica essa proteção legal e deve ser sempre utilizado junto ao nome.

Porque a genética, o cultivo e o destino comercial da madeira são integrados sob um único padrão de qualidade. O termo sinaliza ao mercado que cada peça carrega rastreabilidade genética, silvicultural e geográfica.

Quatro fatores principais: precocidade, base genética selecionada, protocolo de cultivo padronizado e acompanhamento técnico vinculado ao Programa do Produtor.

Sim. A empresa mantém um programa contínuo de pesquisa em melhoramento de madeiras nobres. Novos cultivares — junto com suas respectivas marcas comerciais — serão anunciados quando concluídos os ciclos de desenvolvimento e validação.

Cultivo & Operação

O ciclo do Mogno Bahia® é estruturado em dois cortes comerciais — não há desbaste. As mudas são plantadas em densidade reduzida, com 834 árvores por hectare (quase metade da praticada em reflorestamentos convencionais), o que permite que cada corte gere madeira comercializável. O primeiro corte acontece no quinto ano e remove cerca de metade das árvores (417 por hectare), com produção entre 100 e 120 m³/ha de madeira classificada como qualidade A. O corte final acontece no décimo ano: as 417 árvores remanescentes são cortadas, gerando entre 430 e 450 m³/ha de madeira qualidade A+.

O contraste é estrutural. Num reflorestamento convencional — o mogno africano é a referência típica — planta-se em alta densidade, cerca de 1.600 árvores por hectare, e ao longo de 25 anos realizam-se desbastes consecutivos, a cada três ou quatro anos, eliminando por seleção natural as árvores menos desenvolvidas. Esses desbastes são custo do processo: as árvores cortadas praticamente não geram receita. Ao final do ciclo, restam cerca de 250 árvores e obtêm-se em torno de 300 m³/ha de madeira comercializável.

No modelo GWG, parte-se de uma densidade de plantio quase metade menor — 834 árvores por hectare em espaçamento 3×4 metros — e o ciclo é estruturado em dois cortes comerciais, sem desbaste. No quinto ano, retiram-se 417 árvores e obtêm-se 100 a 120 m³/ha de madeira qualidade A. No décimo ano, as 417 remanescentes são cortadas no corte final, gerando 430 a 450 m³/ha de madeira qualidade A+. Cada intervenção florestal gera receita, e o produtor tem dois ciclos comerciais em 10 anos em vez de um único momento de monetização em 25.

O Mogno Bahia® se adapta a uma faixa ampla de solos tropicais bem drenados, com pluviosidade média entre 900 e 1.800 mm anuais; caso a pluviosidade seja menor, pode ser complementada por irrigação por gotejamento A análise de aptidão da área faz parte do diagnóstico técnico oferecido aos produtores certificados. Há limitações em áreas alagáveis ou sujeitas a geadas.

O espaçamento padrão do plantio do modelo GWG é 3×4 metros, totalizando 834 árvores por hectare — densidade quase metade da praticada em reflorestamentos convencionais. Essa configuração é o que permite o ciclo de dois cortes comerciais sem desbaste e abre espaço para integração silvipastoril ao longo do ciclo. Variações para sistemas agroflorestais ou consórcios específicos são definidas em conjunto com a equipe técnica da GWG, considerando o objetivo do produtor.

Sim, e essa é uma das vantagens estruturais do modelo GWG. A densidade reduzida — 834 árvores por hectare em espaçamento 3×4 metros —facilita a integração com gado, ovinos ou bovinos ao longo de todo o ciclo. As árvores em desenvolvimento geram sombra abundante em condições tropicais, criando microclima favorável para o rebanho, complementados por corredores apropriados, se necessários. Para o produtor, isso significa monetizar o mesmo hectare em duas frentes simultâneas: produção animal nos anos iniciais e madeira nobre nos dois cortes comerciais do quinto e décimo ano. O desenho da integração é definido caso a caso pela equipe técnica, considerando a fase do plantio e a espécie animal escolhida.

Sim — e operacionalmente são algumas das integrações mais interessantes. Ovinos sem maiores restrições. Caprinos devem ser selecionadas entre espécies menos agitadas, para evitar danos às mudas em idade inicial. Os Caprinae atuam como agentes naturais de manejo das entrelinhas, fazendo a capina das ervas daninhas e reduzindo significativamente o custo desse controle ao longo do ciclo. A introdução dos animais é planejada em conjunto com a equipe técnica, em fase compatível com o desenvolvimento das árvores.

Sim. O manejo do Mogno Bahia® inclui desramas programadas e controle de espontâneas. O ciclo é estruturado em dois cortes comerciais (5º e 10º ano), sem desbaste — característica do modelo de baixa densidade da GWG. O protocolo completo é fornecido ao produtor no momento da formalização do projeto.

Sim. Por pertencer ao gênero Melia — e não a Swietenia ou Khaya — o Mogno Bahia® apresenta resistência natural à praga que historicamente inviabiliza plantios de mogno-brasileiro em larga escala. Em mais de trinta anos de desenvolvimento o Mogno Bahia® não se mostrou suscetível a pragas, insetos ou doenças. Sendo que as folhas de espécies desse gênero são utilizadas na produção de inseticidas.

Visitas técnicas são organizadas mediante agendamento prévio, conforme a agenda operacional da empresa. Solicitações devem ser feitas pelo canal de Contato.

Mudas & Logística

A aquisição é feita por dois canais oficiais: diretamente com a GWG ou com a Selva Florestal, parceira logística sediada em Porangatu-GO. A divisão operacional segue o volume do pedido — pedidos até 5.000 mudas são atendidos e entregues pela Selva Florestal; pedidos acima desse volume são entregues diretamente pela GWG. Em todos os casos, o lote passa pela validação técnica do projeto de plantio e é rastreado desde a propagação clonal até a chegada à propriedade.

Sim. Toda muda comercializada como Mogno Bahia® é proveniente da matriz genética selecionada e segue protocolo interno de identificação e rastreabilidade.

Sim. A entrega é feita para todas as regiões do país, com rastreabilidade do transporte e protocolos de manejo das mudas em trânsito.

Sim. Volumes mínimos e condições comerciais são informados no contato inicial e dependem do perfil e da escala do projeto.

A janela ideal varia por região. Como referência geral, recomenda-se o início da estação chuvosa local. A GWG orienta a melhor data com base no diagnóstico do projeto.

Programa do Produtor

O Programa do Produtor é o ecossistema técnico da GWG que acompanha o produtor de Mogno Bahia® ao longo de todo o ciclo florestal. Combina três elementos: o Protocolo GWG — padrão operacional baseado em mais de 30 anos de pesquisa em campo — a Plataforma do Produtor Mogno Bahia® — acesso digital ao currículo técnico e materiais do programa — e o acompanhamento técnico contínuo, com profundidade que varia conforme o nível de adesão.

O programa tem três níveis com profundidade progressiva: Essencial, Assistido e Performance. O nível Essencial é incluso na aquisição das mudas, sem custo adicional, e dá acesso ao Protocolo GWG e à Plataforma do Produtor Mogno Bahia®. O nível Assistido amplia o acompanhamento, com suporte mais próximo da equipe técnica da GWG ao longo da implantação e condução do plantio. O nível Performance é o mais completo: inclui acompanhamento técnico aprofundado e pré-acesso às redes comerciais da GWG no momento da colheita.

A entrada no Programa do Produtor é parte do processo de implantação do Mogno Bahia®. Começa pela solicitação de avaliação técnica da área, seguida do diagnóstico da GWG e da formalização do pedido das mudas — etapa em que o produtor já passa a integrar o nível Essencial automaticamente, sem custo adicional. Os níveis Assistido e Performance podem ser contratados conforme o porte do projeto e o nível de acompanhamento desejado.

Sim. A Plataforma do Produtor Mogno Bahia® reúne o currículo técnico do programa — protocolos silviculturais, materiais didáticos e atualizações periódicas alinhadas ao Protocolo GWG. Os níveis Assistido e Performance complementam essa base com acompanhamento técnico mais próximo da equipe da GWG, com profundidade que varia conforme o nível de adesão.

Ciência & Sustentabilidade

A pesquisa combina seleção genética em campo, e monitoramento silvicultural de longo prazo. Cada ciclo de cultivo alimenta a base de dados que sustenta o desenvolvimento de novos cultivares.

Sim. Como toda floresta plantada de ciclo médio, o Mogno Bahia® é um sumidouro ativo de carbono ao longo do crescimento. O volume sequestrado depende do solo, do manejo e do espaçamento.

A elegibilidade a mecanismos de crédito de carbono depende do projeto, da metodologia adotada e do certificador. A GWG estuda esse vetor como complemento à atividade florestal, sem tratá-lo como base do modelo de negócio.

Plantios bem manejados de espécies de ciclo médio contribuem para recuperação de solos, sombreamento, regulação microclimática e fixação de carbono. A GWG prioriza áreas antropizadas e propriedades já em uso agropecuário.

Institucional & Imprensa

Pelo e-mail press@gwg.com.br. Solicitações de entrevista, dados e imagens devem incluir identificação do veículo e prazo de pauta.

Sim. Manual de Marca, dossiê do Mogno Bahia® e biblioteca de imagens estão disponíveis na seção Imprensa do site, conforme política de uso editorial.

Pelo Instagram @gwg.br, pelo YouTube @gwg_br e pela seção de Notícias do site. O canal oficial para contato direto continua sendo o e-mail institucional: contato@gwg.com.br