A Genome Wood Group (GWG) é uma empresa brasileira de biotecnologia florestal dedicada à madeira nobre cultivada. Reúne seleção genética, silvicultura de precisão e pesquisa de campo para produzir madeira nobre em ciclos de aproximadamente dez anos. Seu principal resultado é o Mogno Bahia®.
É a aplicação do conhecimento em genética e em manejo à produção de árvores. Na GWG, isso significa selecionar e melhorar o material genético ao longo de gerações e desenvolver protocolos próprios de implantação, manejo e colheita, aplicados nas florestas da empresa.
No Oeste da Bahia, onde ficam suas florestas de pesquisa e produção: a Fazenda Forest, em Serra Dourada, e a Fazenda Mahogany Santana, onde está em andamento o programa de expansão de 11 florestas.
Os sócios-fundadores são Alan dos Anjos, responsável pela genética florestal e pelo desenvolvimento do Mogno Bahia®, e Abel Ribeiro, engenheiro químico. O quadro societário é completado por sócios-investidores que aportam capital e governança.
O nome em inglês reflete a vocação internacional da GWG. A empresa foi pensada desde a concepção para o mercado global de madeira nobre — historicamente dominado por espécies tropicais com cadeias de exportação bem estabelecidas. “Genome” remete ao núcleo do trabalho técnico: a seleção genética aplicada a espécies madeireiras. “Wood Group” posiciona a empresa no diálogo com compradores e parceiros internacionais.
O Mogno Bahia® é uma variedade seminal de Melia azedarach (família Meliaceae), desenvolvida pela GWG ao longo de mais de três décadas de seleção e quatro gerações de melhoramento genético. Produz madeira nobre em ciclos de aproximadamente dez anos. Mogno Bahia® é marca registrada da GWG.
Não. O Mogno Bahia® pertence ao gênero Melia, da mesma família botânica dos mognos (Meliaceae), mas é uma variedade desenvolvida no Brasil pela GWG. Difere do mogno-brasileiro (Swietenia macrophylla) e do mogno-africano (Khaya spp.) na espécie, na origem genética e no ciclo de produção.
Sim. Mogno Bahia® é uma marca registrada no INPI desde junho de 2025. O símbolo ® indica essa proteção legal e deve ser sempre utilizado junto ao nome.
Porque a genética, o cultivo e o destino comercial da madeira são integrados sob um único padrão de qualidade. O termo sinaliza ao mercado que cada peça carrega rastreabilidade genética, silvicultural e geográfica.
Três fatores: a base genética selecionada pela GWG ao longo de quatro gerações; a precocidade, com primeiro corte por volta do quinto ano; e um protocolo de produção próprio, aplicado e medido nas florestas da empresa.
Sim. Ensaios realizados pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), com amostras de madeira provenientes de plantios de 7 a 8 anos, permitiram caracterizar as propriedades físicas e mecânicas do Mogno Bahia®.
Sim. A pesquisa em melhoramento genético é contínua. Novas variedades só serão apresentadas depois de concluídas as etapas de desenvolvimento e validação em campo.
O ciclo tem cerca de dez anos e duas colheitas planejadas. O primeiro corte, por volta do quinto ano, retira metade das linhas de plantio. O segundo corte, por volta do décimo ano, colhe as linhas restantes.
Plantios convencionais de madeira nobre costumam usar densidades maiores e ciclos mais longos, com retiradas intermediárias de pouco valor. No modelo da GWG, a floresta é planejada desde o plantio para duas colheitas, ambas de madeira comercial.
As florestas ficam no Oeste da Bahia, em região de transição entre cerrado e semiárido, em terras planas, com irrigação por gotejamento complementando as chuvas. O resultado de cada floresta depende das condições ambientais e do manejo.
São 834 árvores por hectare, em espaçamento de 4 × 3 m. Depois do primeiro corte, o espaçamento passa a 8 × 3 m.
Sim. O protocolo da GWG inclui podas programadas, controle de plantas competidoras, irrigação por gotejamento e inventário anual de cada floresta, conduzidos pela equipe técnica da empresa.
Nas florestas da GWG, acompanhadas há mais de 30 anos, não foi observado ataque da broca-do-mogno, praga que limita o cultivo de outros mognos. O manejo inclui monitoramento contínuo de pragas e doenças.
Visitas técnicas são organizadas mediante agendamento prévio, conforme a agenda operacional da empresa. Solicitações devem ser feitas pelo canal de Contato.
É a implantação de 11 florestas de Mogno Bahia®, com 25 hectares cada, uma por ano, de 2025 a 2035. Com idades escalonadas, as florestas entram em colheita uma após a outra e formam uma floresta perene, planejada para o abastecimento contínuo do mercado de madeira nobre.
A própria equipe técnica da GWG conduz implantação, manejo, inventário anual e colheita de todas as florestas do programa.
Os volumes apresentados são projeções do protocolo de produção da GWG, baseadas na experiência e no histórico de cultivos realizados pela GWG em suas florestas de Serra Dourada e Santana, no Oeste da Bahia, com irrigação por gotejamento e manejo técnico rigoroso. Os volumes efetivos dependem das condições ambientais e do manejo de cada floresta, e estão sujeitos à variabilidade característica de processos biológicos.
Cadastre seu interesse na página inicial para receber informações sobre as próximas oportunidades de participação no programa florestal da GWG e o convite para conhecer as florestas. O cadastro não constitui oferta de investimento.
Por meio de seleção genética em campo e de monitoramento silvicultural de longo prazo, em florestas de diferentes idades. Esses dados orientam o melhoramento do Mogno Bahia® e o aperfeiçoamento do protocolo de produção da GWG.
Sim. Como toda floresta plantada de ciclo médio, o Mogno Bahia® é um sumidouro ativo de carbono ao longo do crescimento. O volume sequestrado depende do solo, do manejo e do espaçamento.
A elegibilidade a mecanismos de crédito de carbono depende do projeto, da metodologia adotada e do certificador. A GWG estuda esse vetor como complemento à atividade florestal, sem tratá-lo como base do modelo de negócio.
Plantios bem manejados de espécies de ciclo médio contribuem para recuperação de solos, sombreamento, regulação microclimática e fixação de carbono. A GWG prioriza áreas antropizadas e propriedades já em uso agropecuário.
Pelo e-mail press@gwg.com.br. Solicitações de entrevista, dados e imagens devem incluir identificação do veículo e prazo de pauta.
Sim. Manual de Marca, dossiê do Mogno Bahia® e biblioteca de imagens estão disponíveis na seção Imprensa do site, conforme política de uso editorial.
Pelo Instagram @mognobahia.br, pelo YouTube e pela seção de Notícias do site. Para falar com a equipe: contato@gwg.com.br.
Pelo WhatsApp +55 11 94181-3525 ou pela página de Contato.