Lecythidaceae
Castanho-claro a rosado
0,55 a 0,75 g/cm³
Construção civil, carpintaria, móveis, acabamentos internos, construção naval, barris e tonéis, estruturas rurais, tábuas e pranchas.
Geralmente direita
Cruzar IUCN, CITES, Lista Vermelha BR e legislação é o único caminho seguro para uso comercial — cada camada cobre um aspecto diferente.
O jequitibá (Cariniana spp.) corresponde a um conjunto de espécies arbóreas pertencentes à família Lecythidaceae.
Destaca-se pelo grande porte e pela longevidade, sendo considerado uma das maiores árvores das florestas brasileiras.
Abrange principalmente duas espécies: jequitibá-rosa (Cariniana legalis) e jequitibá-branco (Cariniana estrellensis).
Ambas pertencem à família Lecythidaceae, que inclui também a castanheira-do-pará e a sapucaia.
Espécies principais: Cariniana legalis e Cariniana estrellensis
A família Lecythidaceae inclui árvores tropicais importantes, como a castanheira-do-pará.
O jequitibá possui diversos nomes populares no Brasil. É chamado de “gigante da floresta” devido ao seu porte excepcional.
– O jequitibá possui grande importância histórica e simbólica no Brasil. Árvores centenárias tornaram-se marcos históricos e turísticos.
– Frequentemente citado na literatura e na cultura popular brasileira, é associado à longevidade e à grandiosidade das florestas.
– Alguns exemplares históricos possuem mais de 500 anos de idade, sendo considerados patrimônio natural.
– Tradicionalmente, sua madeira é utilizada em construção civil, carpintaria e estruturas rurais.
– A espécie também apresenta elevada relevância ecológica, desempenhando papel importante na manutenção dos ecossistemas florestais.
– Desenvolve-se em florestas tropicais, solos férteis e regiões de clima úmido.
– Países de ocorrência (América do Sul): Brasil / Colômbia / Venezuela / Guianas / Peru / Bolívia
– Biomas no Brasil: Mata Atlântica / Amazônia
idade econômica de corte
plenitude de qualidade
– O jequitibá apresenta crescimento lento a moderado.
– O manejo florestal considera diâmetros elevados de corte, geralmente acima de 60 cm de DAP.
– Devido ao seu valor ecológico, muitos exemplares antigos são preservados.
– Estabilidade dimensional: boa.
– Trabalhabilidade: boa.
– Durabilidade natural: moderada.
– Densidade: Média (0,55 a 0,75 g/cm³).
– Classificação: Não atinge a densidade e durabilidade de madeiras nobres muito pesadas como ipê ou cumaru; É classificada como madeira seminobre devido ao bom equilíbrio entre resistência, trabalhabilidade e valor comercial.
– Reflorestamento
– Conservação ambiental
– Arborização
– Sua exploração deve seguir a legislação ambiental brasileira, os planos de manejo florestal sustentável e a proteção de espécies de grande porte.
– Algumas espécies de jequitibá sofreram redução populacional devido ao desmatamento da Mata Atlântica.
– O jequitibá é uma das árvores mais emblemáticas das florestas brasileiras.
– Destaca-se por grande porte (uma das maiores árvores da América do Sul); longevidade elevada (algumas árvores podem viver por séculos, sendo consideradas símbolos naturais de conservação ambiental); e importância ecológica, pois contribui para a biodiversidade florestal.
– Sua madeira possui boas propriedades tecnológicas e ampla aplicação em marcenaria e construção leve.
– Fornece abrigo e alimento para fauna local.
– Elevado valor histórico e cultural.
– O fruto tem papel cultural: na tradição indígena servia como “cachimbo”, e nas lendas populares é atribuído ao Saci.