Bignoniaceae
Branco-creme a branco-amarelado
0,25 a 0,40 g/cm³
Artesanato, esculturas, brinquedos, lápis, tamancos, caixas leves, modelos e protótipos e instrumentos musicais simples.
Geralmente direita
Cruzar IUCN, CITES, Lista Vermelha BR e legislação é o único caminho seguro para uso comercial — cada camada cobre um aspecto diferente.
A caxeta (Tabebuia cassinoides) é uma árvore nativa do Brasil, pertencente à família Bignoniaceae.
É característica de ambientes úmidos e alagados, sendo conhecida por sua madeira extremamente leve e macia, adequada para usos artesanais e industriais.
Por ocorrer em ecossistemas brejosos e restingas, sua exploração deve ser conduzida com rigoroso manejo sustentável e observância da legislação ambiental.
A família Bignoniaceae inclui várias espécies arbóreas tropicais conhecidas por suas flores ornamentais e importância ecológica.
A espécie recebe diferentes nomes populares em várias regiões do Brasil. Esses nomes geralmente estão relacionados à leveza da madeira e ao uso tradicional na fabricação de caixas e utensílios leves.
– A caxeta possui grande importância cultural, especialmente em comunidades artesanais do litoral brasileiro, sobretudo no Vale do Ribeira, onde foi amplamente empregada na fabricação de tamancos, brinquedos e objetos decorativos.
– Historicamente, sua madeira foi utilizada para produção de tamancos, fabricação de brinquedos artesanais, confecção de objetos decorativos, esculturas em madeira leve e produção de lápis e utensílios domésticos.
– Em Ilhabela e em outras regiões do litoral paulista, a caxeta tornou-se tradicional na produção de artesanato, representando importante atividade cultural e econômica.
– Presente na Mata Atlântica brasileira, principalmente em áreas costeiras.
– Brejos e áreas alagadas, matas ciliares e florestas de restinga.
– Espécie adaptada a solos permanentemente úmidos ou encharcados.
– Países de ocorrência: Brasil / Argentina (província de Misiones)
idade econômica de corte
plenitude de qualidade da madeira
– A caxeta apresenta crescimento relativamente rápido, especialmente em ambientes úmidos.
– O manejo florestal geralmente adota o diâmetro mínimo de corte, situado entre 30 e 40 cm de DAP.
– Trabalhabilidade: excelente, de fácil corte e entalhe.
– Secagem: rápida.
– Durabilidade natural: baixa.
– Densidade: Muito leve (0,25 a 0,40 g/cm³).
– Classificação: É considerada uma das madeiras mais leves do Brasil. Classifica-se como madeira comum devido à baixa densidade, baixa durabilidade natural e menor valor comercial em relação às madeiras nobres, mas em alguns mercados é seminobre.
– Projetos de restauração ecológica
– Recuperação de áreas alagadas
– Arborização em áreas úmidas
– Atualmente, sua exploração exige autorização ambiental.
– Em muitas áreas, a extração é regulamentada por planos de manejo florestal.
– Essas medidas visam garantir o uso sustentável da espécie.