Sapotaceae
Vermelho-escuro a castanho-avermelhado
1,00 a 1,20 g/cm³ (aproximadamente)
Construção pesada, obras hidráulicas e marítimas, estacas e dormentes, decks e estruturas externas, pisos industriais e de alto tráfego, móveis maciços, escadas, cruzetas, postes e construção naval pesada.
Geralmente entrelaçada ou reta
Cruzar IUCN, CITES, Lista Vermelha BR e legislação é o único caminho seguro para uso comercial — cada camada cobre um aspecto diferente.
A maçaranduba (Manilkara huberi) possui alto valor comercial, sendo amplamente utilizada em aplicações estruturais e em ambientes externos.
Produz látex, conhecido como “balata”, historicamente utilizado como substituto da borracha natural.
Apesar do crescimento relativamente lento, possui elevado valor técnico e comercial.
Amplamente utilizada em construção pesada, obras externas e aplicações de máxima exigência mecânica e ambiental.
Altíssima vida útil natural, mesmo sem tratamento.
– A maçaranduba possui relevância econômica na Amazônia, sendo tradicionalmente explorada tanto pela madeira quanto pelo látex.
– Amplamente utilizada desde o período colonial em construção pesada e naval.
– Madeira clássica de pontes, portos, trapiches e estruturas externas.
– O látex da árvore já foi explorado historicamente como substituto da guta-percha.
– Tornou-se símbolo de durabilidade extrema e resistência natural.
– Prefere solos bem drenados e florestas de terra firme.
– Ambiente: clima quente e úmido.
– Comportamento ecológico: espécie clímax, tolerante à sombra quando jovem.
– Outros países: Guianas / Venezuela / Colômbia / Peru / Bolívia
idade econômica de corte, em média, podendo variar conforme condições ambientais
a maturidade plena da madeira ocorre, em geral, após 50 anos ou mais
– O crescimento da maçaranduba é lento.
– A densidade e a dureza da madeira aumentam com a idade.
– Em florestas nativas, as árvores comerciais geralmente têm mais de 80 anos.
– Longevidade: Mais de 200 anos · é uma espécie de longo ciclo de vida, podendo viver mais de 200 anos
– Brilho: médio.
– Secagem: lenta, havendo uma tendência a rachaduras e empenamentos se não for bem conduzida.
– Resistência mecânica: elevada.
– Durabilidade natural: excelente.
– Impregnação: difícil por sua baixa permeabilidade.
– Trabalhabilidade: difícil, exige ferramentas industriais bem afiadas e potentes.
– Ótimo acabamento, boa colagem e excelente polimento.
– É conhecida, pela dureza de sua madeira, como uma “bullet wood”.
– Estabilidade estrutural: alta.
– Densidade: Muito alta (aproximadamente 1,00 a 1,20 g/cm³).
– Produz, além do látex branco, frutos para consumo direto e alimentação local/regional.
– Desempenha um papel importante no ecossistema com a alimentação de animais (frutos) e manutenção da biodiversidade.
– Contribui para a estrutura da floresta e oferece abrigo e sombra para a fauna.
– É utilizada em projetos de restauração da Amazônia e de recuperação de áreas degradadas por ser uma espécie nativa de longa vida e alta resistência.
– Corte permitido somente com manejo florestal sustentável autorizado.
– Não listada no Apêndice I da CITES, mas comércio regulado.
– Recomenda-se certificação FSC / CERFLOR.
– É considerada estratégica para o manejo florestal sustentável.
– É considerada uma das madeiras mais duráveis do Brasil, frequentemente comparada ao ipê e cumaru em resistência estrutural.
– Árvore de grande importância ecológica na Amazônia.
– Madeira de grande valor para engenharia pesada e ambientes agressivos.
– Contribui para construções duráveis e ambientalmente responsáveis.