Moraceae
Amarelo-intenso a dourado
0,75 a 0,90 g/cm³ (aproximadamente)
Construção pesada, pontes e estruturas externas, postes e estacas, decks e assoalhos externos, construção naval, pisos industriais, vigas e caibros.
Geralmente direita
Cruzar IUCN, CITES, Lista Vermelha BR e legislação é o único caminho seguro para uso comercial — cada camada cobre um aspecto diferente.
A tatajuba (Bagassa guianensis) é uma madeira nobre que possui alto valor comercial, sendo frequentemente utilizada como alternativa ao ipê em aplicações estruturais e externas.
Muito valorizada na construção pesada e na carpintaria estrutural, é uma madeira tradicional da Amazônia com alto e comprovado desempenho.
– A tatajuba tem sido amplamente utilizada na construção civil e em estruturas externas, devido à resistência natural da madeira.
– Comunidades ribeirinhas e populações tradicionais utilizavam e ainda utilizam a madeira para pontes, embarcações e estruturas rurais.
– Sua coloração amarelo-intensa tornou-se característica marcante no mercado madeireiro brasileiro, sendo valorizada em carpintaria e arquitetura regional.
– Habitat: principalmente florestas tropicais de terra firme, preferindo solos bem drenados e profundos.
– Países (América do Sul tropical): Brasil / Guianas / Venezuela / Colômbia / Peru / Bolívia
idade econômica de corte, em média, podendo variar conforme condições ambientais
a maturidade plena da madeira ocorre geralmente após 40 anos
– O crescimento da tatajuba é considerado moderado.
– O manejo sustentável é recomendado devido à alta demanda madeireira.
– Densidade: Média a alta (aproximadamente 0,75 a 0,90 g/cm³).
– Dureza: Elevada.
– Durabilidade natural: Muito alta (resistente a fungos, insetos e umidade).
– Estabilidade: Boa.
– Trabalhabilidade: Moderada a difícil (madeira dura).
– Madeira considerada muito resistente e durável para uso externo.
– Reflorestamento amazônico
– Recuperação de áreas degradadas
– Uso ornamental ocasional
– A tatajuba é frequentemente utilizada como substituta de madeiras mais densas, como o ipê, devido ao bom equilíbrio entre resistência, durabilidade e custo.
– Espécie heliófila, exige boa luminosidade para crescimento pleno.
– Madeira de coloração característica e muito durável.
– Boa adaptação a solos profundos e bem drenados.
– Alto valor estrutural para aplicações externas.
– Importante economicamente no setor madeireiro amazônico.