Fabaceae
Castanho-avermelhado, escurecendo com o tempo
0,80 a 1,00 g/cm³ (aproximadamente)
Pisos de alto tráfego, vigas, pilares e construção pesada, dormentes ferroviários, pontes e obras hidráulicas, móveis maciços, decks, escadas, tornearia pesada e cabos de ferramentas.
Geralmente entrelaçada
Cruzar IUCN, CITES, Lista Vermelha BR e legislação é o único caminho seguro para uso comercial — cada camada cobre um aspecto diferente.
O jatobá (Hymenaea courbaril) possui alto valor econômico devido à qualidade de sua madeira, sendo amplamente utilizado em aplicações estruturais e na produção de pisos.
Além do uso madeireiro, apresenta importância alimentar e medicinal, com frutos utilizados na forma de farinha.
– O jatobá é tradicionalmente utilizado em construções pesadas e pisos, sendo reconhecido pela durabilidade e resistência.
– Usado pelos povos indígenas para alimentação (farinha do fruto) e medicina natural.
– A resina da árvore, conhecida como copal, possui usos tradicionais como verniz natural.
– É um símbolo de robustez e durabilidade na cultura madeireira brasileira.
– Árvores: semi-heliófilas e semidecíduas.
– Habitat: solos argilosos ou arenosos, bem drenados; ocorre tanto em florestas densas quanto em formações abertas.
– Tolerância: alta resistência à seca e solos relativamente pobres.
– Clima: tropical úmido ou sazonal, com tolerância a períodos secos.
– Biomas no Brasil: Amazônia / Cerrado / Mata Atlântica / Pantanal / Caatinga arbórea
– Outros países: Do México até o sul do Brasil, incluindo América Central e Caribe.
idade econômica de corte, em média, podendo variar conforme condições ambientais
a maturidade plena da madeira ocorre, em geral, após 40 anos
– O crescimento do jatobá é moderado.
– Em florestas naturais, árvores comerciais costumam ter mais de 70 anos.
– Manejo: necessita espaçamento amplo e ciclos longos.
– Longevidade: 150 a 200 anos · tem boa longevidade, podendo viver de 150 a 200 anos
– Brilho natural: baixo a moderado que, com acabamento, pode tornar-se médio a alto.
– Durabilidade natural sem contato com o solo: muito alta.
– Durabilidade natural em contato com o solo: moderada.
– Estabilidade: boa, para madeira pesada.
– Secagem: lenta, requerendo controle para evitar rachaduras.
– Trabalhabilidade: difícil, exigindo ferramentas robustas.
– Suscetível a perfuradores marinhos.
– Pode ser aplainada, colada, parafusada e pregada.
– Densidade: Alta — aproximadamente 0,80 a 1,00 g/cm³.
– Reflorestamento e recuperação de áreas degradadas
– Sombreamento
– Equilíbrio ecológico
– Usos de produtos da árvore: Fruto: produz a “farinha de jatobá”, rica em fibras e nutrientes, utilizada em alimentação tradicional e na preparação de bebidas e receitas regionais; Casca e resina: utilizadas na medicina popular — chá de casca: uso respiratório e digestivo; resina (“copal”): verniz natural, com aplicações terapêuticas tradicionais.
– A exploração deve seguir manejo florestal sustentável.
– Importante em programas de restauração ecológica.
– Não listada no Apêndice I da CITES, porém sujeita à legislação ambiental brasileira.
– Boas práticas: manejo sustentável; ciclos longos de corte; certificação florestal (FSC / CERFLOR).
– O jatobá é uma das árvores madeireiras mais importantes das Américas tropicais, destacando-se pela extrema resistência, durabilidade natural e ampla aplicação estrutural.
– Apresenta boa adaptação a diferentes condições ambientais, sendo relevante tanto economicamente quanto ecologicamente.
– É uma espécie de grande longevidade.
– Sua madeira é indicada para usos onde resistência e vida útil são prioritárias.
– A polinização é feita por abelhas e morcegos.
– Apesar do crescimento relativamente lento, sua madeira possui alto valor técnico e comercial, sendo referência entre as madeiras nobres pesadas do Brasil.