Fabaceae
Amarelo a amarelo-dourado
0,70 a 0,90 g/cm³ (aproximadamente)
Construção pesada e vigamentos, pisos e assoalhos de alto tráfego, pontes e obras externas, dormentes ferroviários, estruturas rurais e industriais, decks e peças externas, móveis robustos e carpintaria pesada.
Geralmente entrelaçada
Cruzar IUCN, CITES, Lista Vermelha BR e legislação é o único caminho seguro para uso comercial — cada camada cobre um aspecto diferente.
A garapeira (Apuleia leiocarpa) possui importância econômica relevante, sendo amplamente utilizada na construção civil e em aplicações externas.
Sua cor amarela característica facilita sua identificação.
É muito valorizada pela resistência e durabilidade.
Apresenta boa relação resistência × estabilidade.
Seu crescimento moderado possibilita a produção de uma madeira densa e consistente.
É uma das madeiras brasileiras mais tradicionais para uso estrutural.
Subfamília: Caesalpinioideae
– A garapeira é tradicionalmente utilizada em estruturas e construções, sendo reconhecida pela durabilidade de sua madeira.
– Madeira histórica de pontes, vigas, estruturas rurais e pisos, sendo muito empregada em obras agrícolas e ferroviárias.
– Espécie secundária tardia, próxima do clímax.
– Países (América do Sul): Brasil / Argentina / Paraguai / Bolívia
– Regiões brasileiras: Sul / Sudeste / Centro-Oeste / Parte da Amazônia
– Biomas: Mata Atlântica / Cerrado / Florestas Estacionais
idade econômica de corte, em média, podendo variar conforme condições
a maturidade plena da madeira ocorre em idades superiores, geralmente acima de 35 anos
– O crescimento da garapeira é moderado.
– Exploração natural: árvores comerciais geralmente maduras.
– Manejo: responde bem a manejo e desbastes.
– Espécie de ciclo médio, com boa produtividade volumétrica.
– Densidade: Média a alta (aproximadamente 0,70 a 0,90 g/cm³).
– Dureza: Alta.
– Resistência mecânica: Muito boa.
– Durabilidade natural: Alta a moderadamente alta.
– Secagem: Moderada.
– Trabalhabilidade: Considerada moderada, com bom acabamento.
– Estabilidade dimensional: Boa.
– Amplamente distribuída, sujeita à exploração seletiva.
– Corte permitido apenas sob manejo florestal sustentável autorizado.
– Comércio regulado pela legislação ambiental brasileira.
– Recomenda-se certificação FSC / CERFLOR.
– Boas práticas: manejo sustentável, ciclos adequados de corte e preservação de matrizes.
– A garapeira é frequentemente utilizada como alternativa a madeiras mais densas, como o ipê, em determinadas aplicações.
– Amplamente utilizada em engenharia florestal e construção.